domingo, 10 de julho de 2011

Aprenda JOGANDO...

O jogo Assassin's Credd II está disponível para PC, Playstation 3 e  Xbox 360. 

Ambientado no norte da Itália entre os anos de 1476 e 1506, Assassins Creed 2 coloca o jogador na pele de Ezio, um nobre, acompanhando-o desde sua adolescência até a meia idade. Na pele do jovem italiano, o jogador terá que realizar diversas missões, o que eventualmente vai levar Ezio a se tornar um assassino profissional. Durante a aventura, o protagonista conhece um jovem inventor chamado Leonardo Da Vinci. A amizade dos dois evolui e Da Vinci passa a auxiliar Ezio, criando armaduras e armas que o auxiliam em sua jornada.
O jogo se passa no século XV, na Itália, durante o Renascimento, aproximadamente trezentos anos após o primeiro jogo. Os personagens baseados em figuras históricas estão presentes no jogo incluindo Leonardo da Vinci, Niccolò Machiavelli, Catarina Sforza, Lorenzo de' Medici e Rodrigo Bórgia.
Além de personalidades históricas, o jogo mostra com fidelidade cidades populosas como Veneza, sendo um retrato fiel do período renascentista. A Catedral de Santa Maria del Fiore, uma das igrejas retratadas no jogo.
O próximo jogo da saga, Assassin's Credd Revelations será lançado em novembro como foi revelado pela produtora Ubisoft. Nele o personagem  viajará para Constantinopla para enfrentar os Templários.

Fonte: http://www.gamesuniverse.com

sábado, 9 de julho de 2011

Um tesouro no mar de SANTA...

Leõs, Castelos e um brasão português ao centro: sinais de que a pedra data da União Ibérica.

Pesquisadores encontraram pedra com mais de 400 anos que pertenceu a navio espanhol e provavelmente é o mais antigo naufrágio já localizado na América. Os mergulhadores encontraram no litoral da Ilha de Santa Catarina uma pedra do século XVI com o brasão de armas da Espanha gravado em alto relevo. A descoberta, realizada por especialistas do projeto Barra Sul, que explora a costa sul do Brasil em busca de vestígios históricos, pode ser um dos mais importantes objetos já encontrados no país sobre a época da América colonial.A peça tem quase um metro de altura, cerca de 800 quilos e apresenta o desenho de dois leões e dois castelos; no meio do brasão, há também um símbolo português. Isso indica que o objeto data do período da União Ibérica (1580-1640), momento em que os reinos de Portugal e Espanha (que na época estava centralizado em torno das coroas de Castela e Leão) formaram um só país. A equipe também localizou uma pedra de formato triangular com inscrições em latim e duas bolas ornamentais, que ainda não puderam ser analisadas.
Os pesquisadores acreditam que a peça estava em um dos navios de uma frota de 23 embarcações que saiu da Espanha em 1583 com a missão de construir duas fortalezas no Estreito de Magalhães, no atual Chile, para conter o avanço de piratas ingleses que realizavam um incessante contrabando das riquezas retiradas da América Espanhola.
Caso essa hipótese se confirme, esse será considerado o naufrágio mais antigo já localizado em águas brasileiras e, possivelmente, em toda a América.De acordo com a equipe do Barra Sul, todos esses objetos serão retirados do fundo do mar até agosto. A operação também vai trazer para a superfície um canhão de bronze com mais de três metros de comprimento e outros objetos menores, como fragmentos de cerâmica, pedaços de madeira, pedras de lastro (utilizadas para que as embarcações não balançassem muito em alto-mar) e projéteis de vários calibres. 
Fonte: http://noticias.terra.com.br

quarta-feira, 6 de julho de 2011

História de ontem, HOJE...

Documentos do Império na Internet.






A Assembleia Legislativa lançou na última terça-feira, a nova página do Acervo Histórico na internet. Agora, todo cidadão pode acessar a documentação histórica pertencente ao Parlamento paulista. São mais de 350 mil páginas de documentos originais cujas cópias estão disponíveis para download no Portal da Assembleia.
A página do Acervo Histórico no Portal da Alesp www.al.sp.gov.br entra em nova fase: Disponibiliza para consulta e reprodução mais de 350 mil páginas de documentos originais. O trabalho foi iniciado em 1998, com parceria da Fapesp, e permitiu o escaneamento, em preto e branco, dos documentos mais antigos do Legislativo de São Paulo. O conjunto reúne três séries principais: Império, República Velha e Anos 1930 (1935/1937), além de pequeno conjunto de documentos anteriores a Independência. 

Todos os documentos são gratuitos e estão disponibilizados no site da Assembleia:
www.al.sp.gov.br/web/acervo2/index_acervo.htm 

sábado, 2 de julho de 2011

para CONHECER...

Dicionário de língua morta há 2 mil anos é completado após 90 anos de pesquisas.


Após nove décadas de pesquisas, o dicionário de uma língua que deixou de ser falada há quase 2 mil anos foi finalmente completado, com o lançamento de seu último volume. O dicionário de assírio – ao lado do babilônico, um dos dois dialetos da língua acádia, falada na Mesopotâmia antiga – tem 21 volumes e é enciclopédico em seu alcance. Volumes inteiros são dedicados a uma única letra, e a obra traz referências extensivas a fontes originais da língua.
“Este é um momento heroico e significativo na história”, declarou Irving Finkel, do departamento de Oriente Médio do Museu Britânico e que nos anos 1970 participou por três anos do projeto The Chicago Assyrian Dictionary. O projeto, lançado pelo Instituto Oriental da Universidade de Chicago em 1921, envolveu quase uma centena de pesquisadores que catalogaram registros e referências num trabalho que gerou mais de dois milhões cartões de indexação de registros.
Para o professor Matthew W. Stolper, do Instituto Oriental, o trabalho de pesquisa para o dicionário era “muitas vezes tedioso”, mas ao mesmo tempo “fascinante e recompensador”.
“É como olhar por uma janela um momento de milhares de anos no passado”, disse ele.

Reportagem completa no site:  http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Conexão ÁFRICA x BRASIL


Governo Federal firma parceria com Benin para identificar e preservar patrimônios ligados à rica história de relação entre os dois países. Na imagem acima uma casa com arquitetura de influência brasileira transformada em escola em Benin, na África.

Brasil e Benin são dois países com muita história em comum. A maior parte dos escravos trazidos à América portuguesa veio do país africano, onde os lusos mantinham um entreposto desde o século XVII. Depois da abolição da escravatura, muitos libertos e seus descendentes retornaram para a África, levando muito da cultura brasileira e europeia para lá.
Essas influências mútuas estão sendo agora inventariadas. Desde o ano passado, os governos dos dois países firmaram um acordo de cooperação para a identificação, valorização e preservação dos bens comuns às duas culturas, tanto cá como lá. Este ano, o projeto, que deve ser concluído em 2012, começou a sair do papel. 
Muitas das casas construídas no Benin no século XIX por africanos que nasceram ou viveram no Brasil apresentam características da arquitetura nacional. São sobrados espaçosos, que destoam da arquitetura local e são conhecidas como “casas brasileiras”. Há também igrejas que se parecem com as barrocas daqui, e, além disso, no Benin, comemora-se o Carnaval, nos moldes da nossa festa. Por outro lado, o acarajé feito pelas baianas em Salvador, considerado patrimônio imaterial brasileiro, tem origem africana e é encontrado no Benin. 

Fonte: http://www2.uol.com.br/

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Viva SÃO JOÃO...


Festas juninas, festa de São João ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países. Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de Junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Por serem de origem européia, as festas juninas apresentam vários elementos que não são da cultura brasileira, mas que com o passar dos anos tornaram-se fundamentais para a mesma. Ao assistirmos uma dança de quadrilha podemos perceber quantas palavras desconhecidas são ditas pelos puxadores. Anarriê, alavantour, balance, dentre outras, que são de origem francesa, parecida com as festas da aristocracia que abria os bailes mais requintados da época. Como eram festas realizadas pelas cortes, as mulheres usavam seus vestidos mais bonitos e rodados, motivo pelo qual se originou os vestidos das quadrilhas, feitos em tecidos de chita, bem coloridos. As culturas Greco-romanas e dos celtas também deixaram suas marcas, pois praticavam cerimônias em volta de fogueiras, a fim de agradecer aos deuses pelas boas colheitas.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial. Todos estes elementos culturais foram com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

domingo, 19 de junho de 2011

a velha MODA do PRECONCEITO...

Cotas nas passarelas para modelos negros: é melhor ter ou nao?

Isso mesmo, nao é notícia fictícia nem inventario de revistas de fofoca, mas sim o velho e imbecíl racismo presente em mais uma das suas. Logo no primeiro dia de desfiles da São Paulo Fashion Week, que aconteceu da última segunda-feira (13) e com término sábado (17) na Bienal do Ibirapuera, o público se deparou com uma manifestação da ONG Educafro. A entidade protestava para que a cota de modelos negros na passarela do evento de moda paulistano aumentasse de 10% para 20%.
O caso chamou a atenção, muita gente é contra, mas muita gente também é a favor das cotas para que haja uma inclusão social de negros no disputado mundo da moda. O assunto teve início por conta do estilista Oskar Metsavaht, da grife Osklen. Ele contou que gostaria apresentar sua coleção Verão 2012 usando apenas modelos negros na passarela, mas que não conseguiu.
Isso demonstra mais uma vez que estamos longe de alcançar o fim desse preconceito contra o povo negro, e que a imbecilidade humana está presente em todas as áreas possíveis e imagináveis.
Fonte: http://entretenimento.br.msn.com/famosos/modelos-negros-na-passarela-%C3%A9-melhor-ter-cotas-ou-n%C3%A3o